Definição e alguns aspectos da Filosofia Clínica

Atualizado: 7 de Nov de 2020

A Filosofia Clínica é um método prático e funcional embasado na Filosofia Acadêmica e trata das questões ligadas ao Ser Humano, possibilitando uma compreensão mais apurada das diferentes Estruturas de Pensamento e suas singularidades. É voltada principalmente à clínica (terapia), mas também utilizada em escolas, empresas, hospitais e instituições por todo o país.


Criada na década de 80 pelo Filósofo Lúcio Packter, a Filosofia Clínica já possuí mais de 20 centros de formação espalhados pelo país e diversos no exterior. Crescendo exponencialmente, a Filosofia Clínica vêm mostrando uma eficácia única, trazendo profissionais de várias áreas, desde medicina, psicoterapia, filosofia, educação, administração e outros.


A Filosofia Clínica é parte da Filosofia acadêmica direcionada ao consultório, à clínica. É uma atividade utilizada em hospitais, escolas, instituições por todo o país. A partir dos trabalhos do filósofo gaúcho Lúcio Packter, desde o final dos anos 80, esta atividade se difundiu no país e no exterior.


A Filosofia Clínica é uma práxis de alteridade que trouxe às psicoterapias todas as visões de mundo já pensadas nesses 2.500 anos de filosofia. Por se tratar de uma autêntica reflexão aberta, crítica a si mesma, ela é capaz de entender a subjetividade de quaisquer indivíduos, sem fugir a uma só manifestação existencial singular de ninguém. Novas filosofias que ainda hão de surgir, endossando possibilidades, só intensificarão seu grau de escuta e o diálogo com as diferenças”. (A Escuta e o Silêncio, Prof. Will Goya)


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